Este estudo investiga o fenômeno do “preço de rally” e seu impacto negativo na formação de orçamentos para licitações de medicamentos na Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro. A análise demonstra que a fase competitiva dos pregões eletrônicos gera uma redução média de 36% nos valores, criando preços homologados que muitas vezes não refletem a realidade do mercado. Os autores argumentam que utilizar esses valores drasticamente reduzidos como referência para futuros processos resulta em certames desertos ou fracassados, comprometendo o abastecimento de insumos essenciais. Além disso, o texto destaca que a “poluição” das bases de dados e a falta de padronização dos itens agravam a imprecisão das estimativas de custo. Como solução, propõe-se a adoção de metodologias multifonte e a aplicação de um fator corretivo para garantir a viabilidade econômica das contratações. A pesquisa fundamenta-se na Nova Lei de Licitações e em modelos estatísticos para promover maior eficiência na gestão do SUS.

Quando a IA se tornar rotina, até onde irá a responsabilidade civil do médico?
O artigo analisa a evolução da responsabilidade civil médica diante da integração progressiva da inteligência artificial na rotina assistencial. Os autores Valdomiro de Siqueira e Flávia de Andrade


