O artigo de Davidson Lopes Souza de Brito utiliza o desempenho da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 como metáfora para analisar a execução de contratos administrativos de longo prazo. O autor argumenta que a manutenção de um treinador após uma derrota ilustra a necessidade de estabilidade e planejamento em projetos que demandam tempo para amadurecer. No contexto da Lei nº 14.133/2021, o texto defende que a Administração Pública deve resistir ao imediatismo e à pressão popular por rescisões precipitadas diante de falhas pontuais. Contudo, enfatiza-se que a continuidade contratual exige uma fiscalização rigorosa baseada em indicadores de desempenho e metas objetivas. O objetivo central é diferenciar o resultado momentâneo da trajetória global de um projeto estruturante. Assim, a obra propõe que a gestão eficiente requer serenidade para manter parcerias consistentes e critérios técnicos para interromper o que não cumpre sua finalidade pública.

Quando a IA se tornar rotina, até onde irá a responsabilidade civil do médico?
O artigo analisa a evolução da responsabilidade civil médica diante da integração progressiva da inteligência artificial na rotina assistencial. Os autores Valdomiro de Siqueira e Flávia de Andrade


