O presente documento detalha um relatório de acompanhamento realizado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) focado nas aquisições de tecnologia da informação em diversos órgãos da Administração Pública Federal. A fiscalização buscou prevenir o desperdício de recursos públicos ao identificar falhas críticas, como orçamentos imprecisos, falta de clareza na definição de quantidades e ausência de transparência na escolha de fornecedores. Através de uma atuação proativa e do uso de Inteligência Artificial, a equipe técnica avaliou processos que somam bilhões de reais, resultando em economias diretas e na suspensão de editais irregulares. O texto destaca que a interação preventiva com os gestores permitiu correções tempestivas, promovendo maior eficiência e governança nas contratações governamentais. Por fim, o relatório consolida o retorno positivo das instituições fiscalizadas, que reconheceram o papel estruturante do TCU na mitigação de riscos e no aprimoramento dos controles internos.

Quando a IA se tornar rotina, até onde irá a responsabilidade civil do médico?
O artigo analisa a evolução da responsabilidade civil médica diante da integração progressiva da inteligência artificial na rotina assistencial. Os autores Valdomiro de Siqueira e Flávia de Andrade


